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Projeto de Acessibilidade

A acessibilidade deve permitir que pessoas com deficiências (mental, múltipla, visual, física, auditiva) ou mobilidade reduzida (idosos, pessoas obesas ou com próteses, aparelhos de apoio, cadeiras de rodas, bengalas, muletas e andadores, gestantes e pessoas com carrinho de bebê), participem de atividades que incluam o uso de produtos, serviços e informação.

O projeto arquitetônico deve atender todo tipo de usuário de forma adequada, segura e autônoma. Quando esse não consegue prover a acessibilidade dos espaços, deve-se intervir através de adaptações segundo consultoria e orientação de um profissional habilitado, visando sua locomoção e eliminando as barreiras em locais públicos ou privados.

Muitas vezes sua necessidade pode ir além da consultoria e orientação, e exigir o desenvolvimento de um projeto de acessibilidade, seja para a adequação à ABNT NBR 9050 de uma edificação existente, seja para complementar o projeto arquitetônico de uma edificação nova. Devendo considerar a diversidade quanto a sexo, dimensões, idade, cultura, destreza, força e demais características do ser humano, para evitar que apenas uma parcela da sociedade possa utilizar os espaços confortavelmente.

O projeto de acessibilidade é desenvolvido de forma a detalhar graficamente todas as informações necessárias para a perfeita interpretação e execução da obra, como detalhes construtivos e ampliações. O projeto desenvolvido pode incorporar os seguintes aspectos:

  • Projeto de sanitários acessíveis;
  • Projeto de mobiliário adequado ao uso de todos;
  • Detalhamento da comunicação e sinalização, incluindo a forma visual (figuras e textos), tátil (relevo e braile) e sonora (recursos auditivos);
  • Detalhamento de sinalização podotátil, com demarcação de rotas direcionais e de alerta, em situações de risco como escadas, rampas, elevadores, obstáculos suspensos e demais desníveis;
  • E memorial descritivo com especificações técnicas.

• Projeto de sanitários acessíveis;

• Projeto de mobiliário adequado ao uso de todos;

• Detalhamento da comunicação e sinalização, incluindo a forma visual (figuras e textos), tátil (relevo e braile) e sonora (recursos auditivos);

• Detalhamento de sinalização podotátil, com demarcação de rotas direcionais e de alerta, em situações de risco como escadas, rampas, elevadores, obstáculos suspensos e demais desníveis;

• E memorial descritivo com especificações técnicas.

Acessibilidade é Lei

Segundo o decreto 5.296/12/2004, toda edificação deve e tem que ser baseada nos princípios de desenho universal, ou seja, acessível a todo e qualquer cidadão independente do tipo de deficiência que o mesmo apresenta. Além do desenho, a escolha dos materiais e equipamentos também é muito importante e pode facilitar ou dificultar o acesso aos empreendimentos.

Atualmente mais de 25 milhões de brasileiros deixam de exercer sua cidadania e seu direito de ir e vir para trabalhar, estudar, passear, obter moradia acessível e etc.

É necessário alertarmos que projetar e construir com acessibilidade, além de ser atualmente uma lei que deve ser cumprida, é uma questão de inclusão social, com irrisório custo de implantação e grandes benefícios sociais